Para alegria da Diretoria do Pedra Branca Social Clube, seus associados e italvenses, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ),  aprovou no dia 04/10/2017, PROJETO DE LEI Nº 3459/2017, de autoria do Deputado Estadual Marco Figueiredo que torna o  tradicional Festival do Kibe, PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O Festival do Kibe em Italva, é uma das mais importantes festa em todo o Norte e Noroeste Fluminense. Atrai inclusive turistas da capital e de estados vizinhos. Típica iguaria sírio-libanesa e da cozinha judaica oriental, o quibe faz parte do cardápio dos países para os quais esses povos migraram. Não é à toa que, em Italva, o quibe é motivo de festa e um dos eventos mais tradicionais da comunidade italvense, cujo perfil cultural tem fortes influências dos libaneses que, no início do século XX, se instalaram na cidade.

Anualmente, no primeiro domingo de setembro, a festa leva centenas de pessoas ao Pedra Branca Social Clube. Lá, além do quibe, o público também degusta pratos tradicionais como o tabule e quibe cru. A aprovação já transforma o projeto em lei, cuja vigência ajudará a preservar a tradição que vem desde o ano de 1971. A conquista é uma homenagem que se fará perpetuar pelas futuras gerações. A garantia da manutenção dessa história é o principal objetivo, explicou o deputado estadual Marco Figueiredo, autor do projeto:

Expediente Despachado pelo Presidente

04/10/2017-PROJETO DE LEI Nº 3459/2017 DECLARA PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO O FESTIVAL DO QUIBE DO MUNICÍPIO DE ITALVA. Autor: Deputado FIGUEIREDO DESPACHO: A imprimir e às Comissões de Constituição e Justiça; de Cultura; e de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional. Em 03.10.2017. DEPUTADO JORGE PICCIANI, PRESIDENTE. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE: Art. 1º. Fica declarado como Patrimônio Cultural de natureza imaterial do Estado do Rio de Janeiro o Festival do Quibe do Município de Italva. Art. 2º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 03 de outubro de 2017. Deputado FIGUEIREDO JUSTIFICATIVA Típica iguaria sírio-libanesa e da cozinha judaica oriental, o quibe faz parte do cardápio dos países para os quais esses povos migraram. Assado, frito ou até mesmo cru, ele é muito comum em bares, restaurantes, lanchonetes, churrascarias, festas e no “trivial variado” da cozinha caseira do Brasil, onde a criatividade culinária rendeu variações tão inusitadas (e deliciosas) como o recheio de jerimum. Não é à toa que, em Italva, o quibe é até motivo de festa. Considerada a “Cidade do Quibe” por ter sido, em parte, colonizada por imigrantes sírio-libaneses que trouxeram sua cultura para a cidade, principalmente a culinária. Na 45ª edição, o Festival do Quibe é um dos eventos mais tradicionais da comunidade italvense, cujo perfil cultural tem fortes influências dos libaneses que, no início do século XX, se instalaram na cidade. Anualmente, no primeiro domingo de setembro, a festa leva centenas de pessoas ao Pedra Branca Social Clube. Lá, além do quibe, o público também degusta pratos tradicionais como o tabule e a esfirra e doces irresistíveis.

Fonte: ALERJ

 

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